quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Fernando Mineiro e lula em Natal participam de eventos

 Fernando Mineiro candidato a prefeito de natal pelo partido dos trabalhadores PT, realizou hoje um almoço para arrecadação de verbas, e teve a presença do ex-presidente da Republica o Sr. Luiz Inácio Lula da Silva (lula) durante todo tempo os amigos e amigas de lula de ambos militantes vieram para prestigiar a sua presença.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Imprensa Argentina assegura que Dilma voltará ao governo


Não é somente o senador Roberto Requião (PMDB-PR) que anda otimista com a volta de Dilma Rousseff. A imprensa de los hermanos argentinos também considera certíssima a restituição do cargo à presidente eleita.
Fontes do Blog do Esmael na Argentina confirmam que na mídia no país vizinho, da Patagônia a Puerto Iguazu, inclusive a de direita, relata quase que diariamente o retorno de Dilma à Presidência da República.
Requião corroborou com essa tese na última sexta-feira (8), durante programa “Mariana Godoy Entrevista”. Segundo ele, é absolutamente impossível a Dilma não voltar. “Dilma só não volta se não quiser!”.
Entretanto, a mídia local brasileira, embrenhada na disputa pelo poder, censura o quadro real da política cada vez mais hostil à dupla Michel Temer (PMDB) e Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Câmara cassa o mandato de Eduardo Cunha


O plenário da Câmara cassou nesta segunda-feira (12), por 450 votos a favor, 10 contra e 9 abstenções, o mandato do ex-presidente da Casa deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Eram necessários 257 votos para a cassação.
A cassação foi motivada por quebra do decoro parlamentar. O deputado foi acusado de mentir à CPI da Petrobras ao negar, durante depoimento em março de 2015, ser titular de contas no exterior.

Na sessão desta segunda, o advogado de Cunha e o próprio deputado foram à tribuna da Câmara para apresentar a defesa. Eles reafirmaram que Cunha não tem contas no exterior.
Com a decisão do plenário, Cunha, atualmente com 57 anos, fica inelegível por oito anos a partir do fim do mandato. Com isso, está proibido de disputar eleições até 2026. Assim, ele só poderá se candidatar novamente aos 67 anos.
Além disso, perderá o chamado “foro privilegiado”, isto é, o direito de ser processado e julgado somente no Supremo Tribunal Federal (STF). Com isso, os inquéritos e ações a que responde na Operação Lava Jato deverão ser enviados para a primeira instância da Justiça Federal.

Caberá ao próprio STF definir se esses inquéritos e ações serão enviados para o juiz Sérgio Moro, que conduz a Lava Jato no Paraná, ou para outro estado onde possam ter ocorrido os supostos crimes imputados ao agora ex-deputado.
Os dez deputados que votaram contra a cassação de Cunha foram Carlos Marun (PMDB-MS); Paulo Pereira da Silva (SD-SP); Marco Feliciano (PSC-SP); Carlos Andrade (PHS-RR); Jozi Araújo (PTN-AP); Júlia Marinho (PSC-PA); Wellington (PR-PB); Arthur Lira (PP-AL); João Carlos Bacelar (PR-BA); e Dâmina Pereira (PSL-MG).
Desde novembro de 2013, quando uma emenda constitucional acabou com o voto secreto nos processos de cassação de parlamentares, perderam o mandato, além de Cunha, os deputados André Vargas (sem partido-PR) e Natan Donadon (sem partido-RO). Antes deles, tinham sido cassados Pedro Correa (PP-PE), José Dirceu (PT-SP), Roberto Jefferson (PTB-RJ) e André Luiz (sem partido-RJ).
A votação desta segunda ocorreu dez meses após o início do processo ao qual Cunha respondeu. Desde novembro do ano passado, quando o caso foi aberto no Conselho de Ética, o andamento sofreu diversas reviravoltas, por recursos da defesa e manobras de aliados.
Ao falar no plenário nesta segunda-feira, o relator do caso, deputado Marcos Rogério (DEM-RO), voltou a dizer que o peemdebista é dono e beneficiário de contas na Suíça. Segundo Rogério, Cunha omitiu ter milhões de dólares no exterior para esconder a prática de crimes, como evasão de divisas e recebimento de valores indevidos.
Em sua defesa, Cunha sempre negou ser o titular de conta fora do país, mas diz apenas ser o beneficiário de recursos geridos por trustes (empresas que administram fundos e bens).

Para o relator, há “provas incontestes” de que os trustes dos quais Cunha alega ser apenas o beneficiário, são “meros instrumentos para dissimular evasão de divisas, a lavagem de dinheiro e o recebimento de propina”.
Durante a sessão, nesta segunda-feira, ao se defender, Cunha afirmou que a votação é “puramente de natureza política”. No plenário da Câmara, ele atacou o PT e relacionou as investigações contra ele ao pedido de impeachment de Dilma Rousseff, que Cunha aceitou quando era presidente da Casa.
“Esse processo de impeachment é que está gerando tudo isso. O que quer o PT? Um troféu, para dizer que houve um golpe. Golpe foi dado pela presidente. Golpe é usar o dinheiro do petrolão para pagar caixa 2 de campanha. Isso que é golpe, com o conhecimento da presidente [Dilma Rousseff]”, disse o deputado afastado, que falou logo depois do seu advogado, Marcelo Nobre.
Em maio, numa decisão inédita, o STF determinou o afastamento de Cunha da presidência da Câmara e também a suspensão do mandato parlamentar. A Suprema Corte entendeu que Cunha usou o cargo para interferir nas investigações contra ele. Isolado politicamente, Cunha acabou renunciando ao cargo de presidente em julho.
Antes da votação desta segunda, parlamentares próximos ao peemedebista reconheciam que as chances de ele conseguir salvar o seu mandato eram mínimas. Alguns deles, no entanto, tentaram substituir a punição do deputado, de cassação para suspensão do mandato.
Fieis aliados de Cunha, os deputados Carlos Marun (PMDB-MS) e Edson Moreira (PR-MG) foram os únicos a subir à tribuna da Câmara para defender o correligionário.
Marun disse que a Casa estava condenando um deputado “à morte política” em um processo “frágil, desprovido de provas”.

O integrante da “tropa de choque” de Cunha chegou a apresentar uma questão de ordem pedindo a votação de um projeto de resolução, em vez do parecer aprovado pelo Conselho de Ética.
A diferença entre os dois é que, regimentalmente, o parecer não pode ter o seu teor alterado. Ou seja, os deputados só podem decidir se cassam ou absolvem Cunha.

No caso do projeto, caberiam emendas, o que permitiria, por exemplo, colocar em votação texto com pena mais branda, como a suspensão do mandato.
Maia, porém, rejeitou o pedido argumentando que é tradição na Casa votar o parecer oriundo do Conselho de Ética. Marun, então, recorreu à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da decisão de Maia, dizendo que solicitava ainda que a sessão fosse suspensa até que a comissão analisasse o mérito do recurso.
Conforme manda o Regimento Interno da Câmara, Maia consultou o plenário, duas vezes, para saber se um terço apoiava colocar em votação o efeito suspensivo da sessão. No entanto, poucos levantaram as mãos. O recurso foi encaminhado à CCJ, que não tem prazo para analisá-lo, mas a sessão continuou.
Marun também afirmou várias vezes que truste não é conta e, por isso, na visão dele, Cunha não mentiu à CPI da Petrobras.
O parlamentar disse ainda que as provas produzidas contra o ex-presidente da Câmara se basearam em relatos de delatores que não comprovaram o envolvimento de Cunha em esquemas de corrupção.
A deputada Moema Gramacho (PT-BA) foi uma das que fizeram um discurso inflamado contra Cunha. “Ele utilizou o cargo de presidente para chantagear deputados”, acusou Moema.
Na orientação feita às bancadas para a votação do requerimento, vários deputados fizeram duras críticas a Eduardo Cunha.
A deputada Clarissa Garotinho (PR-RJ) chegou a chamá-lo de “psicopata” por “acreditar nas próprias mentiras” e “mafioso” por usar “a família para encobrir as suas falcatruas”.

No total, 39 deputados se inscreveram para debater o parecer do Conselho de Ética. No entanto, após quatro terem discursado, foi aprovado um requerimento para encerrar a fase de discussão.


domingo, 4 de setembro de 2016

Grande comício da nação bacurau em Campo Redondo

     Ontem 03 de Setembro, Campo Redondo vestiu-se de verde em uma noite clara e de muita gente. Campo Redondo, recebeu seus eleitores que vota 90 no doutor Alessandru para prefeito e e Silvânia para governar mais quatro anos juntamente com seus vereadores de sua coligação, foi uma grande festa que nossa cidade já teve durante todo tempo, fica na história do município o empenho do povo, todos unidos para ouvirem dos candidatos o dizer de  continuação dos trabalhos e novos projetos para os próximos quatro anos. Doutor Alessandro e Silvânia e os vereadores irão traças os destinos do nosso município, não tenhamos dúvida de chegarmos juntos com a vitória, as comunidades compareceram em maioria inclusive Malhada Vermelha chegou junto com a grande carreata para festa dos bacuraus.
vejamos algumas fotos.



sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Justiça Federal no DF suspende "Lei do Farol Baixo"



       A Justiça Federal no Distrito Federal decidiu hoje (2) suspender a Lei 13.290/2016, conhecida como “Lei do Farol Baixo”, que obrigava condutores a acender o farol do veículo durante o dia em rodovias. Na decisão, o juiz Renato Borelli, da 20ª Vara Federal em Brasília, entendeu que os condutores não podem ser penalizados pela falta de sinalização sobre a localização exata das rodovias.
O juiz atendeu pedido liminar da Associação Nacional de Proteção Mútua aos Proprietários de Veículos Automotores (ADPVA). A associação citou o caso específico de Brasília, onde existem várias rodovias dentro do perímetro urbano.
Segurança
     “Em cidades como Brasília, exemplificativamente, as ruas, avenidas, vias, estradas e rodovias penetram o perímetro urbano e se entrelaçam. Absolutamente impossível, mesmo para os que bem conhecem a capital da República, identificar quando começa uma via e termina uma rodovia estadual, de modo a se ter certeza quando exigível o farol acesso e quando dispensável", isse a entidade.
A lei  foi sancionada pelo presidente interino Michel Temer no dia 24 de maio. A mudança teve origem em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Rubens Bueno (PPS-PR) e foi aprovada pelo Senado em abril.  A multa para quem descumprisse a regra, considerada infração média,  era de R$ 85,13, com a perda de quatro pontos na carteira de habilitação.
O objetivo da medida foi aumentar a segurança nas estradas, reduzindo o número de acidentes frontais. Segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), estudos indicam que a presença de luzes acesas reduz entre 5% e 10% o número de colisões entre veículos durante o dia.


terça-feira, 16 de agosto de 2016

Morre aos 71 anos a artista Elke Maravilha


RIO — Aos 71 anos, morreu a artista Elke Maravilha, no início da madrugada desta terça-feira. Ela estava internada na Casa de Saúde Pinheiro Machado, em Laranjeiras, na Zona Sul do Rio. Elke sofria de úlcera duodenal e estava internada havia cerca de 45 dias na unidade hospitalar. De acordo com a família, o seu quadro de saúde piorou e ela não resistiu.
A morte da atriz, que ocorreu por volta de 1h da manhã, foi confirmada ao GLOBO por sua sobrinha Natasha Grunupp.
— Foram várias complicações. Ela teve úlcera e no final começou a ter falência em alguns órgãos do corpo — disse sobrinha da artista, que acrescentou: — A família está muito mexida. A gente entende que é uma passagem. Ela sempre falava que iria brincar de outra coisa. Foi uma pessoa muito alegre e fica essa alegria dela para a gente.
Nesta madrugada, uma mensagem endereçada a amigos e fãs foi postada na página oficial da artista no Facebook:
"Avisamos que a nossa Elke já não está por aqui conosco. Como ela mesma dizia, foi brincar de outra coisa... Que todos os deuses que ela tanto amava estejam com ela nessa viagem. Eros Anikate Mahan ( O amor é invencível nas batalhas)... Crianças, conviver é o grande barato da vida, aproveitem e convivam", diz o comunicado.
Elke Georgievna Grunnupp veio para o Brasil com seis anos de idade — ela nasceu na Rússia —, depois que os pais passaram a ser perseguidos pelo regime de Josef Stalin. Amiga da estilista Zuzu Angel, perdeu a cidadania brasileira depois de protestar contra o assassinato de Stuart Angel pelo regime militar, e nunca pediu anistia por considerar que seria uma admissão de culpa.
Com participações em filmes como "Xica da Silva" (1976) e "Pixote, a lei do mais fraco" (1981), Elke ficou muito famosa por seu trabalho na TV como jurada dos programas de auditório de Chacrinha e Silvio Santos.




Morre aos cem anos João Havelange


O brasileiro João Havelange, presidente da Fifa entre 1974 e 1998, morreu nesta terça-feira aos 100 anos, de acordo com informações do canal SporTV. Havelange foi presidente de honra da entidade até 2013 e figura importante para que o Rio ganhasse, em 2009, o direito de sediar a Olimpíada de 2016.
O brasileiro havia sido internado no Hospital Samaritano, no Rio, no início deste mês por causa de pneumonia. No fim do ano passado, Havelange foi internado no mesmo hospital em decorrência de problemas pulmonares.
Havelange econtrou uma Fifa administrada quase como uma empresa de fundo de quintal. Secretário-geral de Rous por mais de 20 anos, Helmut Kasser vivia com a família no segundo andar da sede. Havelange profissionalizou a gestão da entidade: uma de suas primeiras providências foi adquirar uma casa "digna do secretário-geral da Fifa" para Kasser.
O brasileiro adotou um sistema de patrocínio para a menina dos olhos da Fifa, a Copa do Mundo, que tornou a entidade forte economicamente, com condições para se sustentar mesmo que viesse a sofrer um baque como o da década de 40, quando a Segunda Guerra Mundial impediu a realização de duas edições do Mundial (1942 e 1946). Com dinheiro em caixa, Havelange passou a tocar outro projeto: a globalização do futebol. E a expansão também para outros segmentos: em 1977 foi realizado o primeiro Mundial Sub-20, e em 1985 nasceu o Mundial Sub-17. As mulheres também passaram a ter a sua Copa do Mundo quadrienal, a partir de 1991, e hoje elas já contam com versões Sub-20 e Sub-17, como os homens. A Fifa também levou cursos de técnicos, de árbitros, de gestores, para países do mundo inteiro, especialmente os de futebol profissional menos desenvolvido, além da criação de escolinhas e até programas socioculturais.